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Acesso intravenoso (IV) em cães: conheça as veias, o cateter e os cuidados em 3D
Explore um cão 3D para entender os acessos cefálico, safeno e jugular, a função do cateter e os cuidados durante a infusão intravenosa.
Resumo: IV significa intravenoso: o tratamento é administrado dentro de uma veia. Em cães, o acesso pode ser obtido em diferentes locais, conforme a necessidade clínica. O cateter permite manter uma conexão com a circulação, mas requer avaliação, preparo, confirmação de posicionamento e vigilância pela equipe.
Neste artigo
Gire o cão e veja os locais de acesso
Selecione uma veia e avance pelas etapas. A demonstração mostra a localização aproximada, o campo preparado, um cateter já posicionado e a conexão do equipo. Não mostra punção nem serve como treinamento para executar o procedimento.
Quais veias podem ser utilizadas em cães?
- Cefálica: localizada no membro anterior, é uma opção frequente de acesso periférico.
- Safena lateral: localizada no membro posterior, também pode permitir acesso periférico. É necessário considerar mobilidade e risco de contaminação do local.
- Jugular: fica no pescoço e pode ser utilizada em situações selecionadas, inclusive para a passagem de um cateter central. Nem toda punção jugular significa instalação de acesso central; a posição da ponta do cateter faz diferença.
A escolha considera condição dos vasos, finalidade, duração prevista e segurança da manutenção. O cão do modelo é esquemático; a anatomia e a escolha em gatos apresentam particularidades. [1] [2]
Como funciona o acesso com cateter?
A equipe prepara o local e instala um pequeno tubo flexível na veia. Em um cateter periférico do tipo sobre agulha, o componente metálico é usado na colocação e retirado; a parte flexível permanece para permitir o tratamento. O acesso é confirmado, fixado e protegido. A ilustração exibe a situação depois dessa avaliação, sem representar a técnica de punção. [1]

Quando a via intravenosa pode ser necessária?
Pode ser indicada para determinados medicamentos, anestesia e reposição de fluidos em situações que exigem administração intravascular. A necessidade e o plano variam: desidratação, redução do volume circulante e incapacidade de ingerir líquidos não são situações idênticas. Nem todo cão precisa de soro na veia; em casos apropriados, outras vias podem atender ao objetivo. [3]
IV é igual a aplicação subcutânea ou intramuscular?
Não. Na via IV, o produto entra no vaso sanguíneo; na subcutânea, é depositado sob a pele; na intramuscular, no músculo. Uma prescrição para determinada via não autoriza trocar para outra. O modelo demonstra apenas acesso venoso.
Quais cuidados são necessários?
O acesso deve ser inspecionado, mantido limpo e protegido, com verificação do local e da fixação. Infecção, inflamação da veia, obstrução e saída de fluido para os tecidos são complicações possíveis. Dor, inchaço, vermelhidão, umidade no curativo ou desconexão devem ser comunicados imediatamente à equipe. Não ajuste, reconecte ou remova o cateter por conta própria. [2] [4]
Mais soro ou uma infusão mais rápida ajudam mais?
Não necessariamente. O tratamento exige volume e velocidade individualizados e reavaliação da resposta. Administrar além da necessidade pode causar sobrecarga de fluidos. A existência de um acesso venoso não significa que qualquer substância ou quantidade possa ser administrada por ele. [3] [4]
Fontes e referências técnicas
- WVS Academy — Intravenous (IV) catheter placement.
- Revisão sobre seleção, utilização e complicações dos cateteres venosos periféricos.
- AAHA 2024 — fluidos de reposição, manutenção e escolha da via.
- AAHA 2024 — administração, cuidados com cateter e monitoramento.
Consulta em 19/10/2026. Texto e modelo destinados à educação de responsáveis, sem substituir avaliação e prescrição médico-veterinária.
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