Exames e diagnóstico
Para que serve a radiografia veterinária e quais são os tipos e posições?
Entenda as projeções radiográficas, o uso de contraste e por que uma única imagem pode não ser suficiente.
Ler artigo ↗INFORMAÇÃO PARA CUIDAR MELHOR
Respostas claras para dúvidas reais sobre a saúde de cães e gatos. Prevenção, sinais de alerta e cuidados que fazem diferença na rotina.
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Exames e diagnóstico
Entenda as projeções radiográficas, o uso de contraste e por que uma única imagem pode não ser suficiente.
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Saiba como o exame auxilia a investigar pulmões, vias aéreas, coração e alterações da cavidade torácica.
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Corpos estranhos, distensão e cálculos são algumas indicações, com limitações que precisam ser compreendidas.
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Entenda o papel do posicionamento e a diferença entre exame de dor e classificação oficial do quadril.
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Conheça os órgãos avaliados, as principais indicações e os limites do ultrassom abdominal.
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Entenda como a imagem se relaciona com urinálise, cultura e exames de função renal.
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Valvas, músculo cardíaco e fluxos sanguíneos são avaliados de forma complementar a outros exames.
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Entenda por que o registro elétrico e a imagem do coração não respondem às mesmas perguntas.
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O monitoramento prolongado ajuda a investigar arritmias que podem não aparecer no ECG breve.
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Conheça os três grupos celulares avaliados e por que o exame não identifica sozinho todas as doenças.
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Um guia detalhado para ler eritrograma, leucograma, plaquetas e comentários sem interpretar valores isoladamente.
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Entenda como o eritrograma participa da investigação da anemia e da resposta da medula óssea.
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Saiba interpretar neutrófilos, linfócitos, eosinófilos e os valores absolutos do leucograma.
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Agregados, contagem real e sinais de sangramento precisam ser analisados em conjunto.
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Entenda por que função renal, hidratação e concentração urinária devem ser interpretadas juntas.
Ler artigo ↗Exames e diagnóstico
Enzimas e bilirrubina ajudam a investigar alterações, mas não medem todas a mesma função.
Ler artigo ↗Exames e diagnóstico
Saiba por que coleta, conservação e contexto clínico mudam a interpretação da urinálise.
Ler artigo ↗Exames e diagnóstico
Conheça as diferenças entre técnicas, amostras seriadas e testes direcionados.
Ler artigo ↗Exames e diagnóstico
Entenda quando cada método ajuda a investigar ossos, tecidos moles e alterações neurológicas.
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A avaliação pré-anestésica é individual e não se resume a um hemograma normal.
Ler artigo ↗Ortopedia
Entenda a classificação radiográfica do quadril, os sinais clínicos e como os graus orientam a avaliação ortopédica.
Ler artigo ↗Ortopedia
Claudicação nos membros anteriores pode ter origem no cotovelo. Saiba como investigar suas diferentes lesões.
Ler artigo ↗Ortopedia
Saiba por que a rótula sai do lugar e como a graduação participa da decisão de tratamento.
Ler artigo ↗Ortopedia
Dor no quadril e claudicação em cães jovens de pequeno porte exigem investigação específica.
Ler artigo ↗Ortopedia
Entenda a formação de retalhos de cartilagem e por que a claudicação do cão jovem precisa ser investigada.
Ler artigo ↗Ortopedia
Claudicação alternante não deve ser atribuída automaticamente ao crescimento.
Ler artigo ↗Ortopedia
A osteopatia metafisária pode causar dor intensa e sinais gerais em cães em desenvolvimento.
Ler artigo ↗Ortopedia
Quedas podem causar fraturas no antebraço, com desafios específicos de estabilização em cães de pequeno porte.
Ler artigo ↗Ortopedia
O osso da coxa precisa de avaliação de alinhamento, estabilidade e lesões associadas ao trauma.
Ler artigo ↗Ortopedia
Além da locomoção, o trauma pélvico pode comprometer nervos e estruturas urinárias.
Ler artigo ↗Ortopedia
Lesões próximas às extremidades dos ossos de filhotes podem interferir no alinhamento do membro.
Ler artigo ↗Ortopedia
Desvios de alinhamento podem alterar o apoio e sobrecarregar articulações.
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Feridas, fraturas e procedimentos podem estar associados à infecção óssea, que requer investigação dirigida.
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Claudicação progressiva com aumento de volume precisa ser diferenciada de trauma e infecção.
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Persistência de dor e mobilidade após uma fratura exige avaliação da estabilidade e da biologia óssea.
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O deslocamento da cabeça do fêmur pode exigir redução e estabilização precoces.
Ler artigo ↗Ortopedia
Alterações entre as primeiras vértebras cervicais podem comprometer a medula e exigem manipulação cuidadosa.
Ler artigo ↗Ortopedia
Pontes ósseas na coluna precisam ser interpretadas junto ao exame clínico.
Ler artigo ↗Ortopedia
Uma articulação dolorosa e inchada pode precisar de coleta de líquido sinovial e tratamento rápido.
Ler artigo ↗Ortopedia
Desequilíbrios alimentares podem comprometer a resistência óssea e devem ser corrigidos com planejamento.
Ler artigo ↗Cardiologia
Entenda como o aumento cardíaco e a presença de congestão orientam o acompanhamento da valvopatia.
Ler artigo ↗Cardiologia
A redução da força de contração pode ocorrer com arritmias e sinais de insuficiência cardíaca.
Ler artigo ↗Cardiologia
Saiba como a avaliação cardíaca identifica alterações mesmo quando o gato parece bem.
Ler artigo ↗Cardiologia
Uma comunicação vascular que permanece aberta após o nascimento pode sobrecarregar o coração.
Ler artigo ↗Cardiologia
O estreitamento da saída do ventrículo direito pode causar sobrecarga e intolerância ao exercício.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Vômito amarelo pode conter bile, mas a cor não identifica a causa. Saiba o que observar e quando buscar atendimento.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Muco nas fezes pode acompanhar irritação do intestino grosso. Entenda as causas possíveis e quais informações levar ao veterinário.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Fezes muito escuras e pegajosas podem indicar sangue digerido. Entenda a diferença e quando o sinal exige atendimento.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Sangue vermelho nas fezes pode ter diferentes origens. Saiba reconhecer os sinais de gravidade e preparar a avaliação.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
A saída passiva de alimento pode ser regurgitação. Conheça as diferenças em relação ao vômito e os sinais que precisam de investigação.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Barriga distendida com tentativas de vomitar pode ser emergência. Entenda por que não esperar nem tentar tratar gases em casa.
Ler artigo ↗Pele e ouvidos
Arrastar a região anal pode indicar incômodo nos sacos anais, irritação ou parasitas. Saiba como investigar sem machucar.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Aumento persistente de sede e urina merece investigação. Conheça causas possíveis e como registrar o consumo sem restringir água.
Ler artigo ↗Saúde urinária
Urina avermelhada pode acompanhar infecções, cálculos e outros problemas. Saiba quando a dificuldade para urinar é emergência.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Corrimento fora do cio exige atenção à origem e aos sinais associados. Conheça a importância de investigar infecção uterina e outras causas.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Sangramento nasal pode ter causas locais ou alterações da coagulação. Saiba como transportar com segurança e quando buscar urgência.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Inchaço súbito do focinho ou das pálpebras pode acompanhar reação alérgica. Saiba identificar sinais de emergência e agir sem atrasar o atendimento.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Falta de apoio da pata pode indicar dor, lesão ou problema articular. Saiba o que observar sem forçar o membro.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Arrastar as patas traseiras pode indicar alteração neurológica ou outras doenças. Entenda por que a perda súbita de movimento exige urgência.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Cabeça inclinada e desequilíbrio podem envolver o sistema vestibular. Conheça as causas possíveis e os cuidados até a avaliação.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Gengiva pálida pode acompanhar anemia ou alteração da circulação. Saiba quando procurar emergência e por que ferro não é uma solução automática.
Ler artigo ↗Sinais de alerta
Coloração amarelada pode indicar icterícia. Entenda por que investigar fígado, vias biliares e sangue, sem tratar apenas a cor.
Ler artigo ↗Saúde dos gatos
Salivação excessiva pode acompanhar dor na boca, náusea ou contato com substâncias. Saiba o que observar e quando agir.
Ler artigo ↗Saúde dos gatos
Bolas de pelo frequentes ou tentativas repetidas de vomitar merecem avaliação. Entenda como diferenciar uma ocorrência ocasional de um sinal persistente.
Ler artigo ↗Saúde dos gatos
Dor súbita e perda de movimento das patas traseiras podem ser emergência circulatória ou neurológica. Saiba como agir sem manipular os membros.
Ler artigo ↗Biossegurança
01Um ambiente aparentemente limpo ainda pode carregar vírus capazes de infectar cães e gatos. O Virkon S é uma opção de desinfetante oxidante para superfícies, com eficácia que depende da formulação, da limpeza prévia, da diluição e do tempo de contato.
Ler artigoSinais de alerta
02Encontrar ração ou líquido no chão preocupa, mas o aspecto do vômito não revela sozinho a causa. A frequência dos episódios e o estado geral do cão ajudam a definir a urgência.
Ler artigoSinais de alerta
03Fezes amolecidas podem aparecer após uma mudança de rotina, mas também acompanham infecções e outras doenças. É importante olhar o conjunto dos sinais, e não apenas a consistência.
Ler artigoSinais de alerta
04Entradas repetidas na caixa, esforço e pouca ou nenhuma urina não devem ser interpretados como simples prisão de ventre. A obstrução urinária pode comprometer rapidamente o estado geral.
Ler artigoSaúde dos gatos
05Um gato que deixa comida no pote pode estar com dor, náusea ou outra alteração. Atribuir a recusa apenas a capricho pode atrasar a investigação.
Ler artigoBiossegurança
06Após um caso de parvovirose, retirar a sujeira visível é apenas uma etapa do manejo. A organização da limpeza evita levar material contaminado para os espaços que estavam protegidos.
Ler artigoPrevenção
07A caderneta de vacinação precisa ser interpretada junto com idade, procedência e condições de saúde. Contar aplicações sem considerar o momento de cada uma não define a proteção.
Ler artigoPele e ouvidos
08Coceira frequente não deve ser normalizada, mesmo quando não há pulgas visíveis. O padrão das lesões e a história ajudam a direcionar a investigação.
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09Cheiro forte, secreção e sacudir a cabeça merecem atenção. A otite pode ter causas diferentes e voltar quando o fator de base não é controlado.
Ler artigoPrevenção
10Mau hálito persistente pode acompanhar doença oral e dor. Um cão ou gato que ainda come pode continuar com alterações importantes na boca.
Ler artigoSinais de alerta
11Ofegar após esforço é diferente de respirar com dificuldade parado ou durante o sono. Mudanças persistentes no padrão respiratório precisam ser descritas com cuidado.
Ler artigoPrevenção
12Dias quentes exigem mudanças de horário e de ambiente. Veículos fechados, esforço intenso e pouca ventilação podem transformar o calor em emergência.
Ler artigoSinais de alerta
13Um comprimido caído no chão pode representar risco relevante. A gravidade depende da substância, da quantidade, do peso e do tempo desde a ingestão.
Ler artigoSinais de alerta
14Ver uma convulsão assusta, mas tentar segurar a língua ou imobilizar o corpo pode causar ferimentos. O primeiro objetivo é proteger o espaço e acionar assistência.
Ler artigoAlimentação
15Trocar a alimentação envolve mais do que escolher um sabor. Idade, saúde e aceitação precisam entrar na decisão, especialmente quando a mudança é terapêutica.
Ler artigoPrevenção
16Encontrar pulgas exige olhar para a casa inteira e para todos os cães e gatos que convivem. Tratar apenas um pode manter a infestação circulando.
Ler artigoSaúde dos gatos
17Espirros repetidos, olhos lacrimejando e secreção nasal podem prejudicar o conforto e a alimentação. Nem todo quadro tem a mesma causa ou o mesmo tratamento.
Ler artigoLongevidade
18Dormir mais, evitar escadas ou ficar irritado ao toque não deve ser atribuído automaticamente à idade. Mudanças graduais também podem sinalizar dor ou doença.
Ler artigoSaúde dos gatos
19Aumento persistente da sede merece atenção, especialmente quando vem com mais urina ou perda de peso. O recipiente vazio pode ser o primeiro sinal percebido em casa.
Ler artigoPrevenção
20Uma boa consulta começa com informações organizadas. Datas, vídeos e uma lista de medicamentos ajudam a explicar o problema sem depender apenas da memória.
Ler artigoFilhotes
21Fraqueza repentina, tremores e dificuldade para ficar em pé podem indicar queda da glicose. Em filhotes pequenos, uma alteração que começou com menor ingestão de alimento pode evoluir rapidamente.
Ler artigoParasitas e protozoários
22Diarreia intermitente e fezes com aspecto diferente podem levantar suspeita de giárdia, mas não confirmam o agente. O tratamento precisa considerar os exames, os sinais e o ambiente.
Ler artigoParasitas e protozoários
23O nome Isospora ainda aparece em laudos e conversas sobre diarreia de filhotes. Em cães e gatos, os coccídios intestinais mais associados a esse nome são classificados como Cystoisospora.
Ler artigoExames e diagnóstico
24Um exame positivo logo depois de vacinar pode gerar dúvidas sobre infecção e efeito da vacina. A resposta depende do vírus, da vacina, do material coletado e do método utilizado.
Ler artigoSaúde urinária
25Fazer força repetidamente sem eliminar urina é diferente de marcar território. Em cães, o problema pode envolver uma obstrução e precisa ser avaliado rapidamente.
Ler artigoRespiração e coração
26Tosse seca em um cão idoso pode vir da traqueia, dos brônquios, de infecções ou coexistir com doença cardíaca. O som da tosse, sozinho, não escolhe o medicamento.
Ler artigoParasitas e protozoários
27Um gato pode continuar com diarreia mesmo após receber um medicamento para giárdia porque o agente é outro. Tritrichomonas blagburni é uma das possibilidades a investigar em quadros persistentes.
Ler artigoParasitas e protozoários
28Cryptosporidium é um protozoário que pode entrar na investigação de diarreia, sobretudo quando o quadro persiste. Encontrá-lo no exame exige avaliar se explica os sinais e se há outros problemas.
Ler artigoParasitas e protozoários
29Um exame com anticorpos para toxoplasmose não significa, sozinho, que o gato está doente ou transmitindo a infecção naquele momento. É necessário relacionar o resultado aos sinais e ao método utilizado.
Ler artigoParasitas e protozoários
30Anemia, fraqueza e alteração da cor das mucosas podem levantar suspeita de babesiose. O nome “doença do carrapato” reúne problemas diferentes e não define um único tratamento.
Ler artigoInfecções e tratamento
31Plaquetas baixas e exposição a carrapatos podem levar à investigação de erliquiose. Esses achados não confirmam, isoladamente, o diagnóstico nem excluem outras doenças.
Ler artigoInfecções e tratamento
32Vômitos, diarreia e prostração em filhotes podem acompanhar parvovirose e outras doenças graves. A prioridade é avaliar o paciente e evitar que as perdas digestivas comprometam a circulação.
Ler artigoInfecções e tratamento
33Vômitos e dor abdominal podem ocorrer na pancreatite, mas também em outras doenças. Em gatos, os sinais podem ser menos evidentes, tornando a avaliação ainda mais importante.
Ler artigoSaúde urinária
34Urinar fora da caixa, sentir dor e apresentar sangue na urina podem ter causas diferentes. Antes de chamar tudo de infecção, é preciso avaliar se há obstrução e qual é a origem do problema.
Ler artigoSaúde urinária
35Urinar mais vezes, sentir dor ou apresentar sangue pode levar à suspeita de infecção urinária. A escolha do antibiótico depende de confirmar o problema e identificar situações que favorecem a recorrência.
Ler artigoMedicamentos na consulta
36Nomes conhecidos de antieméticos podem dar a impressão de que basta escolher um para interromper o vômito. O medicamento adequado depende da causa, do paciente e do risco de obstrução.
Ler artigoMedicamentos na consulta
37Gotas de ouvido podem reunir antibiótico, antifúngico e anti-inflamatório, mas isso não as torna adequadas a todo caso. A escolha exige olhar o canal, considerar o tímpano e identificar o que está acontecendo.
Ler artigoMedicamentos na consulta
38Coceira alérgica pode exigir controle contínuo, mas não é tratada da mesma forma em cães e gatos. Parasitas, infecções e outras doenças precisam ser considerados antes de escolher um fármaco.
Ler artigoRespiração e coração
39Tosse, respiração acelerada e prostração podem acompanhar pneumonia, mas não confirmam o diagnóstico. Algumas causas exigem antibiótico, enquanto outras precisam de terapias diferentes.
Ler artigoParasitas e protozoários
40Giardia, Cystoisospora, Tritrichomonas e Cryptosporidium podem aparecer na investigação de diarreia. O termo protozoário não significa que todos respondem ao mesmo produto.
Ler artigoDoenças e fármacos
Palidez, fraqueza, icterícia e respiração acelerada podem acompanhar destruição de hemácias. A investigação também busca causas associadas.
Ler artigo ↗Doenças e fármacos
Tosse recorrente e chiado podem indicar inflamação brônquica. Outras doenças respiratórias e cardíacas precisam ser consideradas.
Ler artigo ↗Viagens e atestados
O planejamento deve considerar o destino, as conexões e o retorno. O atestado de saúde faz parte da organização sanitária da viagem.
Ler artigo ↗Viagens e atestados
Vai viajar pelo Brasil? Organize a avaliação de saúde, a documentação e as regras do transporte antes de embarcar.
Ler artigo ↗Doenças e fármacos
Sinais respiratórios, digestivos e neurológicos podem ocorrer em combinações diferentes. O diagnóstico requer avaliação e testes adequados ao momento da doença.
Ler artigo ↗Doenças e fármacos
Esforço para evacuar e fezes ressecadas exigem distinguir constipação de obstrução urinária. Palpação e imagem ajudam a avaliar retenção e dilatação.
Ler artigo ↗Doenças e fármacos
A proliferação de Demodex pode causar áreas sem pelos e inflamação. Raspados e outros exames ajudam a confirmar o quadro.
Ler artigo ↗Doenças e fármacos
Falhas de pelos e descamação podem ocorrer na micose, mas o aspecto sozinho não confirma dermatofitose. Exames direcionados ajudam a distinguir outras causas.
Ler artigo ↗Doenças e fármacos
Sede aumentada, urina em excesso e perda de peso precisam de investigação. O tratamento depende da espécie e de acompanhamento regular.
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Fraqueza, vômitos e diarreia recorrentes podem ter origem na deficiência de hormônios adrenais. O teste de estimulação com ACTH participa da confirmação.
Ler artigo ↗Doenças e fármacos
A avaliação combina sangue, urina, pressão arterial e imagem quando indicada. O estágio da doença orienta as prioridades.
Ler artigo ↗Doenças e fármacos
Desorientação, salivação e alterações neurológicas podem decorrer de falha hepática ou desvio portossistêmico. Outros diagnósticos precisam ser excluídos.
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Diarreia ou vômitos persistentes exigem excluir parasitas, doenças metabólicas e outras causas. Alguns pacientes precisam de imagem e biópsia.
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Crises recorrentes precisam de investigação para distinguir epilepsia de alterações metabólicas e outras doenças neurológicas.
Ler artigo ↗Doenças e fármacos
Feridas, nódulos e lesões que não cicatrizam, especialmente em gatos, precisam de avaliação. A confirmação requer investigação específica.
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Nódulos doloridos entre os dedos podem envolver infecção profunda, trauma ou corpos estranhos. A avaliação pode incluir citologia e cultura.
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Olho vermelho, dor e alteração visual exigem medição da pressão intraocular. O glaucoma pode causar perda irreversível de visão.
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O aumento benigno da próstata ocorre em machos não castrados e pode causar sangramento ou dificuldade para evacuar. Ultrassom ajuda na avaliação.
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A pressão deve ser medida com técnica adequada e interpretada em conjunto com possíveis doenças associadas, como doença renal.
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Desmaios, intolerância ao exercício e falta de ar exigem investigação. O ecocardiograma ajuda a avaliar a probabilidade de hipertensão pulmonar.
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Emagrecimento apesar do apetite, agitação e taquicardia podem ocorrer em gatos com excesso de hormônio tireoidiano. O T4 deve ser interpretado com o quadro clínico.
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Cansaço, ganho de peso e mudanças na pelagem podem justificar investigação da tireoide, mas não confirmam a doença.
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Perda involuntária de urina durante o descanso pode ter origem esfincteriana, mas infecção e alterações anatômicas devem ser investigadas.
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A doença valvar mitral e a cardiomiopatia dilatada podem evoluir com insuficiência cardíaca. Exames definem o estágio e a presença de congestão.
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Emagrecimento, fezes volumosas e apetite preservado ou aumentado podem motivar investigação. A dosagem de TLI é um exame importante.
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Febre, vômitos, icterícia e alterações renais podem ocorrer. A investigação combina histórico de exposição e exames.
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Secreção persistente e desconforto podem estar relacionados à baixa produção de lágrimas. O teste de Schirmer ajuda a investigar.
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Dificuldade para levantar, menor disposição e claudicação merecem avaliação ortopédica. Radiografias podem complementar o exame.
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O pannus pode produzir vasos e pigmentação na córnea, prejudicando a visão. O diagnóstico é oftalmológico.
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Pústulas, crostas e falhas na pelagem podem ter origem bacteriana. Citologia e investigação de alergias ou parasitas ajudam a orientar a conduta.
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Coceira intensa, crostas e lesões em bordas de orelha e cotovelos podem levantar suspeita. Exame negativo nem sempre exclui a infestação.
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Sede e apetite aumentados, abdômen volumoso e alterações de pele podem justificar investigação hormonal. Exames específicos ajudam a distinguir as formas da doença.
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Olho fechado, lacrimejamento e dor exigem exame com fluoresceína para avaliar a superfície e a profundidade da lesão.
Ler artigo ↗Doenças e fármacos
Vômito com sangue e fezes negras podem indicar sangramento digestivo. Exposição a anti-inflamatórios e doenças sistêmicas deve ser investigada.
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