BYCHOSVET EXPLICA · DOENÇAS E FÁRMACOS
Úlcera de córnea: antibióticos oculares e risco dos corticoides
Olho fechado, lacrimejamento e dor exigem exame com fluoresceína para avaliar a superfície e a profundidade da lesão.
Quais fármacos podem ser utilizados?
Antibióticos tópicos podem integrar o tratamento. Úlceras profundas ou progressivas podem precisar de cirurgia.
Cuidados e acompanhamento
Colírios com corticosteroide podem agravar úlceras. Evite reutilizar frascos antigos e impeça que o cão ou gato esfregue o olho. A reavaliação confirma a cicatrização.
Como preparar a consulta?
Leve os exames disponíveis e a lista dos medicamentos em uso, com concentração, dose e horários. Informe quando os sinais começaram e quais mudanças ocorreram. A prescrição depende do diagnóstico, da espécie e das condições clínicas.
Profundidade da lesão e escolha da conduta
A úlcera representa perda de parte da superfície da córnea e pode ter profundidade e extensão variáveis. Trauma, alterações das pálpebras, deficiência lacrimal e infecção podem participar. A fluoresceína auxilia a identificar defeitos epiteliais, mas o exame também precisa avaliar profundidade, integridade e sinais de degradação do tecido. Algumas lesões necessitam de intervenção cirúrgica.
O antibiótico tópico, quando indicado, não substitui o controle da causa e da dor. O tipo e a frequência das aplicações dependem da lesão; culturas podem ser úteis em quadros selecionados. Corticoides podem atrasar a reparação e agravar determinadas úlceras. Colar de proteção e retornos no intervalo definido ajudam a evitar autotrauma e reconhecer progressão. Não reutilize um colírio antigo apenas porque o olho parece semelhante.
Fonte técnica
Referência sobre a doença e seu tratamento · Consultada em 17/10/2026.
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Atendimento com agendamento. Conteúdo educativo; os exemplos citados não constituem prescrição.
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