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Úlcera de córnea: antibióticos oculares e risco dos corticoides

Olho fechado, lacrimejamento e dor exigem exame com fluoresceína para avaliar a superfície e a profundidade da lesão.

Por Equipe editorial BychosVet · 17 de outubro de 2026

Quais fármacos podem ser utilizados?

Antibióticos tópicos podem integrar o tratamento. Úlceras profundas ou progressivas podem precisar de cirurgia.

Cuidados e acompanhamento

Colírios com corticosteroide podem agravar úlceras. Evite reutilizar frascos antigos e impeça que o cão ou gato esfregue o olho. A reavaliação confirma a cicatrização.

Como preparar a consulta?

Leve os exames disponíveis e a lista dos medicamentos em uso, com concentração, dose e horários. Informe quando os sinais começaram e quais mudanças ocorreram. A prescrição depende do diagnóstico, da espécie e das condições clínicas.

Profundidade da lesão e escolha da conduta

A úlcera representa perda de parte da superfície da córnea e pode ter profundidade e extensão variáveis. Trauma, alterações das pálpebras, deficiência lacrimal e infecção podem participar. A fluoresceína auxilia a identificar defeitos epiteliais, mas o exame também precisa avaliar profundidade, integridade e sinais de degradação do tecido. Algumas lesões necessitam de intervenção cirúrgica.

O antibiótico tópico, quando indicado, não substitui o controle da causa e da dor. O tipo e a frequência das aplicações dependem da lesão; culturas podem ser úteis em quadros selecionados. Corticoides podem atrasar a reparação e agravar determinadas úlceras. Colar de proteção e retornos no intervalo definido ajudam a evitar autotrauma e reconhecer progressão. Não reutilize um colírio antigo apenas porque o olho parece semelhante.

Fonte técnica

Referência sobre a doença e seu tratamento · Consultada em 17/10/2026.

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