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Displasia coxofemoral em cães: o que significam os graus A, B, C, D e E?
Entenda a classificação radiográfica do quadril, os sinais clínicos e como os graus orientam a avaliação ortopédica.
Resumo: Entenda a classificação radiográfica do quadril, os sinais clínicos e como os graus orientam a avaliação ortopédica.
Neste artigo
O que acontece na articulação do quadril?
A displasia coxofemoral envolve desenvolvimento e estabilidade inadequados da articulação entre a cabeça do fêmur e o acetábulo. A distribuição anormal das forças pode produzir inflamação, desgaste da cartilagem e remodelamento ósseo. É uma condição multifatorial: predisposição hereditária e fatores ambientais participam de sua expressão. Dificuldade para levantar, menor disposição para caminhar e alterações do apoio justificam investigação, mas a intensidade dos sinais varia.
Como interpretar os graus A a E?
Na classificação radiográfica FCI, A corresponde a articulações sem sinais de displasia; B descreve quadris próximos do normal; C corresponde à displasia leve; D, moderada; e E, grave. A avaliação considera congruência, cobertura da cabeça femoral, subluxação e alterações degenerativas. B não deve ser chamado automaticamente de displasia leve. O ângulo de Norberg auxilia a análise, mas um valor isolado não substitui a avaliação do conjunto da radiografia.
Como obter uma classificação confiável?
Posicionamento inadequado pode alterar a aparência da articulação. Radiografias destinadas à classificação exigem técnica padronizada, identificação e avaliação profissional; sedação ou anestesia é frequentemente necessária para relaxamento e posicionamento. Requisitos de idade e documentação dependem do programa de certificação. Um exame clínico em um cão jovem e a certificação radiográfica oficial têm objetivos distintos e não devem ser confundidos.
O grau determina sozinho o tratamento?
Não. Dor, função, idade, estabilidade e artrose existente orientam a conduta junto ao laudo. Controle de peso, exercício adequado, reabilitação e analgesia podem integrar o plano. Procedimentos preventivos em pacientes jovens têm critérios e janelas de indicação; cirurgia de substituição articular ou outras técnicas são avaliadas individualmente. Acompanhar a capacidade de andar e levantar é tão relevante quanto comparar imagens.
Fontes e referências técnicas
Consultadas em 17/10/2026. Conteúdo educativo; a avaliação individual define exames e tratamento.
Perguntas frequentes
Como interpretar os graus A a E?
Na classificação radiográfica FCI, A corresponde a articulações sem sinais de displasia; B descreve quadris próximos do normal; C corresponde à displasia leve; D, moderada; e E, grave.
O grau determina sozinho o tratamento?
Não.
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